Okudava
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África do Sul: Cidade do Cabo e arredores
A Cidade do Cabo fica entre o oceano e as montanhas, e há muito para ver ao redor. Veja três lugares frequentemente incluídos em um roteiro. A Montanha da Mesa A Montanha da Mesa se ergue sobre a cidade e é considerada seu símbolo. Dá para subir a pé ou de teleférico, e o tempo lá em cima muda rápido, então roupas quentes ajudam. A praia de Boulders e os pinguins Na praia de Boulders vive uma colônia de pinguins-africanos. O melhor é vê-los das passarelas e à distância, sem tocar nem alimentar as aves. O Cabo da Boa Esperança O Cabo da Boa Esperança fica em um parque nacional com vista para o oceano e os penhascos. Ventos fortes e, às vezes, babuínos nas estradas e trilhas, dos quais é melhor não se aproximar. Dicas para a viagem Veja a previsão do tempo antes de subir, pois o teleférico pode não funcionar Não alimente os animais e mantenha a comida fechada, principalmente perto de babuínos Leve protetor solar e corta-vento, o tempo muda rápido Pergunte aos locais quais áreas são mais seguras para caminhar e nunca deixe seus pertences sem vigilância Importante: condições de segurança, horários dos parques e regras de entrada mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem. Resumo A Cidade do Cabo une montanhas, oceano e natureza selvagem. Planeje o dia com folga, cuide dos seus pertences e a viagem será marcante.
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Filipinas: como funciona o island hopping em Palawan
O island hopping, um passeio de barco por várias ilhas em um dia, é considerado o cartão-postal de Palawan. Veja como esse dia costuma ser. Lagoas entre penhascos Os barcos costumam entrar em lagoas cercadas por penhascos de calcário. A água ali é calma e turquesa, e é possível remar entre as rochas de caiaque ou simplesmente de barco. Snorkel nos recifes Nas paradas junto aos recifes dá para nadar de máscara e ver peixes e corais. É melhor não tocar nos corais nem alimentar os peixes, para não prejudicar o ecossistema. Almoço na praia Geralmente no meio do dia os barqueiros param numa praia de areia e servem pratos locais. Perto costumam aparecer aves e lagartos que mantêm distância. Dicas para o passeio Use protetor solar seguro para recifes e proteção contra o sol Leve uma capa impermeável para o celular e roupas secas Pergunte ao guia como evitar danos aos recifes de coral Fique de olho no tempo, pois os barcos podem não sair com mau tempo Importante: regras de visita às ilhas, taxas e condições dos passeios mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais e com o organizador antes da viagem. Resumo O island hopping mostra o mar no seu melhor. Proteja a natureza e um dia assim será lembrado por muito tempo.
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Malta: uma ilha pequena com grande história
Malta é pequena, mas reúne história de cavaleiros, cidades antigas e mar vibrante. Veja três lugares que ajudam a entender seu caráter. Valeta: a cidade fortaleza Valeta foi construída pela ordem dos cavaleiros e é Patrimônio Mundial da UNESCO. Suas ruas sobem e descem pelas encostas, e as sacadas das casas costumam ser pintadas em cores vivas. Mdina: a cidade velha silenciosa Mdina é chamada de cidade silenciosa por suas ruas estreitas e poucos carros. É agradável passear sem pressa e olhar as antigas muralhas e pátios. Mar azul e baías Ao redor da ilha há muitas baías de água turquesa onde se pode nadar e fazer passeios de barco. A água costuma ser clara, mas correntes e ondas merecem atenção. Dicas para a viagem Para andar pelas cidades é preciso calçado confortável, pois as ruas podem ser íngremes No verão leve chapéu e água, o sol é forte Ônibus ajudam a circular pela ilha, mas confira o horário Veja as bandeiras e as condições do mar antes de nadar Importante: horários de transporte, regras de entrada e condições de visita mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem. Resumo Malta agrada porque muita coisa fica perto. Vá devagar, alterne cidades e mar, e a viagem será variada.
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Zanzibar: o que saber antes de viajar
Zanzibar atrai com praias, cidade antiga e cheiro de especiarias. Para um descanso tranquilo, vale conhecer de antemão algumas particularidades da ilha. Stone Town: a cidade antiga Stone Town, com ruelas estreitas e portas entalhadas, é Patrimônio Mundial da UNESCO. É melhor percorrê-la de dia, com calçado confortável, e fotografar as pessoas com respeito. Praias e marés Em muitas praias a água recua e volta de forma notável com as marés. Por isso é melhor confirmar no local os horários para nadar, e na beira do mar vê-se pescadores e crianças locais. Plantações de especiarias A ilha é conhecida pelas especiarias, e muitos passeios incluem visita a uma plantação. Lá se aprende como crescem cravo, canela e baunilha e se provam frutas locais. O que levar em conta A ilha é majoritariamente muçulmana, então na cidade é melhor vestir-se com discrição Use protetor solar e beba água suficiente Pergunte a um médico quais vacinas e prevenção podem ser necessárias Leve dinheiro para pequenos gastos, pois nem todo lugar aceita cartão Importante: regras de visto, exigências de vacinação e condições de viagem mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem e consulte um médico. Resumo Zanzibar agrada pelo ritmo lento. Informe-se antes, respeite as tradições locais e o descanso será tranquilo.
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Irlanda em um fim de semana: roteiro de três paradas
A Irlanda é compacta, e mesmo uma viagem curta mostra o essencial: uma cidade, penhascos sobre o oceano e o campo verde. Veja um exemplo de roteiro de fim de semana. Dublin: o ponto de partida Dublin é fácil de começar a pé: os cais do rio Liffey, ruas antigas e pubs tradicionais. Muita gente passa à noite para ouvir música ao vivo. Os penhascos de Moher Os penhascos de Moher, no oeste, se erguem sobre o Atlântico e são considerados um dos lugares naturais mais conhecidos da Irlanda. Aves marinhas costumam circular na borda, e o tempo pode mudar rápido. O campo verde Entre as cidades há colinas, muros de pedra e pastos com ovelhas. Em lugares assim vale deixar tempo para paradas na estrada e passeios tranquilos. Dicas para uma viagem curta Para o campo, um carro costuma ser mais prático, mas lembre que se dirige pela esquerda Leve uma jaqueta impermeável: pode chover em qualquer estação Não planeje muitas paradas por dia, as estradas podem ser estreitas e lentas Perto dos penhascos, mantenha distância segura da borda Importante: horários de transporte, regras de entrada e condições de visita mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem. Resumo Dois ou três dias bastam para sentir a Irlanda: uma cidade, o oceano e colinas verdes. O essencial é não ter pressa.
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O deserto do Atacama: como se preparar para altitude e sol
O Atacama, no Chile, é considerado um dos desertos mais secos do mundo. Há salares, gêiseres e céu estrelado, mas a viagem exige preparação. Veja a que prestar atenção. Salares e flamingos Nas áreas áridas há salares onde se podem ver flamingos. Ficam especialmente bonitos com as montanhas ao fundo, mas é melhor não se aproximar das aves. Gêiseres ao amanhecer Os gêiseres no alto das montanhas ficam melhores cedo pela manhã, quando faz frio e o vapor sobe de forma especialmente visível. Por isso esses passeios costumam começar antes do nascer do sol. O céu estrelado O ar seco e a falta de luzes de cidade deixam o céu do deserto muito limpo. Muita gente vem pelos passeios noturnos e pela observação das estrelas. Como se preparar Dê tempo ao corpo para se adaptar à altitude: não exagere nos primeiros dias e beba água Use protetor solar, óculos e chapéu, pois o sol aqui é muito forte Vista-se em camadas: de dia faz calor e à noite e ao amanhecer pode fazer muito frio Se passar mal na altitude, procure um médico e não continue subindo Importante: condições dos passeios, regras de visita a áreas protegidas e condições das estradas mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem e consulte um médico sobre a altitude. Resumo O Atacama impressiona, mas exige respeito. Dê tempo ao corpo, proteja-se do sol e do frio, e o deserto mostrará o seu melhor.
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Finlândia como os locais: floresta, sauna e lagos
Os finlandeses passam muito tempo na natureza, e muito do país gira em torno da floresta, dos lagos e da sauna. Aqui estão três elementos que ajudam a sentir como se descansa por aqui. A floresta e o direito de acesso à natureza Na Finlândia vale o chamado direito de todos: pode-se caminhar na floresta e colher frutos silvestres e cogumelos, mesmo em terreno particular, desde que se sigam as regras. Não se deve jogar lixo, fazer barulho nem perturbar os animais. A sauna Para os finlandeses a sauna não é luxo, mas uma parte comum da vida. Muitos vão toda semana e, depois do vapor, mergulham num lago ou saem para se refrescar. Lagos e parques nacionais Milhares de lagos tornam o país ótimo para caminhadas, natação e caiaque. Os parques nacionais têm trilhas sinalizadas e locais para pernoitar. Dicas Respeite a natureza: leve o lixo com você e mantenha o silêncio Faça fogueiras apenas nos locais permitidos No verão leve repelente de mosquitos e, na floresta, verifique a roupa em busca de carrapatos Antes de uma caminhada, veja o mapa do percurso e a previsão do tempo Importante: regras de uso da natureza, restrições de fogo e condições nos parques mudam. Confira informações atualizadas nos sites oficiais dos parques nacionais antes da viagem. Resumo O descanso finlandês é silêncio, natureza e sauna. Não tenha pressa, caminhe pela floresta e permita-se simplesmente ficar à beira da água.
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Mont-Saint-Michel: como planejar a visita com as marés
Mont-Saint-Michel é uma ilha com uma abadia na costa da Normandia. O que há de especial no lugar são as marés: a água se retira e volta, e o aspecto da ilha muda. Veja como levar isso em conta na viagem. A ilha e a abadia Ruas estreitas sobem até a abadia no topo. A subida costuma ser bastante íngreme, mas de lá de cima se veem a baía e os arredores. As marés Aqui ocorrem algumas das marés mais fortes da Europa. A ilha às vezes fica cercada de água e às vezes de areia molhada, então as vistas bonitas dependem do horário. Arredores: Saint-Malo e Bretanha A costa da Bretanha fica perto, e Saint-Malo tem antigas muralhas e um porto. Esses lugares combinam bem com uma visita à ilha. Dicas para a visita Consulte com antecedência a tábua de marés e escolha o horário conforme quiser ver a ilha Não caminhe pelas areias da baía sem um guia experiente: a água volta rápido e há áreas perigosas Vá cedo pela manhã ou perto do fim da tarde, quando há menos turistas Use calçado confortável para as ruas de pedra íngremes e leve agasalho, pois o vento na costa pode ser forte Importante: tábuas de marés, horários da abadia e regras de estacionamento e segurança mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem. Resumo Mont-Saint-Michel fica melhor quando se acerta o horário. Leve em conta as marés, siga as regras de segurança e deixe folga para o tempo.
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Países Baixos de bicicleta: três roteiros e regras de trânsito
Nos Países Baixos a bicicleta é uma das principais formas de se locomover, e há ciclovias quase em toda parte. Aqui estão três lugares fáceis de conhecer sobre duas rodas e algumas regras. Amsterdã e os canais É prático andar pela cidade em ciclovias dedicadas ao longo dos canais. Mas o trânsito é intenso, então é melhor se acostumar primeiro em ruas tranquilas. Kinderdijk Uma aldeia de moinhos de vento na lista da UNESCO. Ao redor há caminhos planos adequados para passeios sem pressa. Os campos de flores Na primavera, campos de tulipas florescem ao redor do parque Keukenhof, e muita gente os vê de bicicleta. A época da floração depende do tempo, então é melhor conferi-la com antecedência. Regras e dicas Pedale nas ciclovias, mantenha-se à direita e sinalize as curvas com a mão com antecedência Sempre tranque a bicicleta, pois furtos não são raros por lá Fique de olho no tempo: vento e chuva são frequentes no país, leve uma capa de chuva Antes de alugar, verifique as condições e se o tamanho da bicicleta serve para você Importante: regras de trânsito, condições de aluguel, épocas de floração e horários dos locais mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem. Resumo Os Países Baixos são planos e convenientes para bicicleta, mas as vias têm suas próprias regras. Acostume-se, não tenha pressa e aproveite as paisagens.
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Uma noite em Buenos Aires: tango, jantar e livros
Buenos Aires ganha vida perto da noite e demora a dormir. Aqui estão três ideias para passar uma noite por aqui e sentir o caráter da cidade. Tango em San Telmo O antigo bairro de San Telmo é conhecido por ruas estreitas e músicos de rua. O tango pode ser visto em um show, em uma milonga onde as pessoas dançam por conta própria ou simplesmente numa praça. Jantar com asado Os argentinos adoram carne grelhada, e o jantar aqui costuma se prolongar. Os restaurantes de parrilla servem diversos cortes de carne, geralmente com salada, batatas e vinho. Uma livraria em um antigo teatro Buenos Aires tem uma livraria instalada em um antigo teatro: os livros ficam nos camarotes e a cafeteria ocupa o lugar do palco. Dicas para a noite Os argentinos costumam jantar tarde, e muitos restaurantes ganham vida por volta das nove ou dez da noite Se quiser dançar, procure uma milonga e descubra se é preciso ingresso ou reserva Na multidão e nas ruas à noite, fique de olho no celular e na bolsa Em restaurantes costuma ser comum deixar gorjeta Importante: horários dos shows, horários de funcionamento e regras dos estabelecimentos mudam. Confira informações atualizadas nos sites dos locais antes da viagem e leia com antecedência as recomendações de segurança. Resumo A melhor noite em Buenos Aires não deve ser apressada. Escolha música, jantar e um lugar tranquilo com livros, e a cidade ficará na memória.
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As três melhores vistas do Rio de Janeiro
O Rio é cercado por montanhas e oceano, por isso a cidade fica melhor vista de cima. Aqui estão três lugares com as vistas mais famosas. Corcovado e a estátua do Cristo A estátua do Cristo Redentor fica no topo do morro do Corcovado, acima da cidade. De lá se veem a baía, as praias e os morros, mas às vezes as nuvens cobrem tanto a estátua quanto a vista. Pão de Açúcar É um morro rochoso na entrada da baía, ao qual se sobe de bondinho. Muita gente vai no fim da tarde para ver a cidade acender as luzes. Ipanema e a Pedra do Arpoador A pedra no fim da praia de Ipanema é considerada um bom lugar para o pôr do sol. Por tradição, as pessoas se reúnem aqui à tarde e despedem-se do sol com aplausos. Dicas para os mirantes Confira o tempo e a visibilidade antes de ir: em dias nublados a vista pode ficar encoberta Chegue cedo pela manhã ou no fim da tarde para evitar as maiores filas Cuide dos seus pertences e do celular e fique atento em locais cheios Leve água, chapéu e protetor solar Importante: ingressos, horários de transporte e regras de visita mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais antes da viagem e leia com antecedência as recomendações de segurança. Resumo O Rio é melhor visto de cima, mas a visibilidade depende do tempo. Reserve um dia extra e suas chances de ver a cidade em todo o seu esplendor aumentam.
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Três passeios de um dia a partir de Erevan
Erevan funciona bem como base: de muitos lugares famosos é possível chegar num dia a partir da capital da Armênia. Aqui estão três passeios que costumam ser recomendados primeiro. Garni e Geghard Garni é conhecido pelo templo em estilo clássico, e perto fica o mosteiro de Geghard, parte do qual é escavada na própria rocha. Esses dois lugares costumam ser combinados num único passeio. O lago Sevan Um dos maiores lagos de altitude da região. Um antigo mosteiro fica na margem e, no verão, as pessoas vêm relaxar nas praias. Khor Virap Um mosteiro na planície com a famosa vista do monte Ararat. Se o tempo estiver claro, especialmente de manhã cedo, a montanha aparece muito bem. Dicas de viagem Dá para ir de táxi, em excursão organizada ou de carro alugado, escolha o que for melhor para você O Ararat costuma ficar escondido pela névoa, e a melhor visibilidade geralmente é de manhã cedo Nos mosteiros, vista-se com discrição; é melhor cobrir ombros e joelhos Leve água e um casaco quente: nas montanhas e junto ao lago pode fazer frio Importante: horários de transporte, horários de funcionamento e condições de visita mudam. Confira informações atualizadas em sites oficiais e com organizadores locais antes da viagem. Resumo De Erevan é fácil conhecer diferentes lados da Armênia em poucos dias. Não tente encaixar tudo num só dia e deixe tempo para a estrada.
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Vale a pena ir a Iucatã: sim, se...
A península de Iucatã, no México, combina antigas cidades maias, poços naturais e a costa do Caribe. Vamos ver a quem ela serve e quem deve pensar duas vezes. Vale a pena ir se você quer ver ruínas maias nadar em um cenote combinar passeios com descanso à beira-mar provar a culinária mexicana Pense bem se você sofre com calor e umidade vai na estação das chuvas ou dos furacões não gosta de deslocamentos longos entre os pontos Chichén Itzá Uma das cidades maias mais conhecidas, cujo principal símbolo é a pirâmide de El Castillo. É melhor chegar cedo, antes de esquentar. Cenotes Cenotes são poços naturais de calcário com água cristalina onde se pode nadar. Há muitos na península, e eles diferem bastante entre si. Tulum As ruínas maias ficam num penhasco sobre o mar do Caribe. É um dos lugares mais pitorescos da costa. Valladolid Uma pequena cidade colonial de casas coloridas, prática como parada entre Chichén Itzá e a costa. Importante: clima, regras de entrada e condições de visita mudam. Antes da viagem, confira a previsão e os requisitos atuais em sites oficiais. Dicas úteis Leve protetor solar e chapéu Reserve tempo para os deslocamentos entre os pontos Alguns cenotes pedem o uso de cremes especiais, então confirme antes Resumo Iucatã serve a quem ama história, natureza e mar quente. Escolha a estação, planeje o roteiro e deixe tempo para descansar.
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Coreia do Sul: 7 coisas que surpreendem os turistas
A Coreia do Sul combina cidades modernas e palácios antigos, e muita coisa aqui difere do habitual. Aqui estão sete coisas que mais costumam surpreender os viajantes. 1. Um metrô desenvolvido Seul tem um grande metrô com mapas claros e indicações em inglês. Muitas vezes é prático usar um cartão de transporte recarregável. 2. Cafés a cada passo Os cafés na Coreia podem ser temáticos, com interiores e sobremesas originais. Muitos vêm não só pelo café, mas pelo ambiente. 3. Comida e banchan Com o prato principal costumam servir pequenos acompanhamentos chamados banchan, como o kimchi. Em alguns lugares dá para pedir mais, mas é melhor confirmar as regras no local. 4. Lojas abertas até tarde As lojas de bairro costumam ficar abertas até tarde ou 24 horas, e lá se compram comida, água e pequenas coisas. É prático depois de uma chegada tardia ou de uma longa caminhada. 5. Palácios e hanoks Entre os arranha-céus de Seul há palácios antigos, como Gyeongbokgung, e bairros de casas tradicionais hanok. Muitos lugares são acessíveis de metrô. 6. Internet rápida O país é conhecido pela internet de alta velocidade, e há wi-fi em muitos locais públicos. Mesmo assim, vale decidir antes como você vai se conectar na viagem. 7. Regras de cortesia É costume entregar e receber coisas com as duas mãos diante dos mais velhos, e em alguns lugares é preciso tirar os sapatos. Se estiver em dúvida, observe o que os locais fazem. Importante: regras de entrada, vistos e autorizações eletrônicas mudam. Antes da viagem, confira os requisitos atuais em sites oficiais. Antes da viagem Confira se precisa de visto ou autorização eletrônica Instale um aplicativo de tradução e mapas Descubra o tipo de tomada e leve um adaptador Deixe tempo para passear sem pressa pelos bairros Resumo A Coreia do Sul é um país de contrastes, onde a modernidade convive com a tradição. Escolha alguns bairros e conheça-os sem pressa.
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Dubai: 5 mitos e como é na realidade
Há muitos estereótipos sobre Dubai: que é caro demais, que não há o que fazer e que tudo é estritamente proibido. Vamos analisar cinco mitos populares. Mito 1: em Dubai tudo é muito caro Realidade: Os gastos dependem muito do estilo de viagem. Há hotéis e restaurantes caros, mas também hospedagem e cafés mais acessíveis, então dá para ajustar o orçamento. É melhor conferir os preços antes em serviços de reserva. Mito 2: não há nada para ver além de shoppings Realidade: Além de arranha-céus e shoppings, a cidade tem o antigo bairro de Al Fahidi, souks, o Dubai Creek e os barcos tradicionais abra. Muitos turistas também escolhem um passeio ao deserto. Mito 3: no verão é impossível ficar lá Realidade: O verão é muito quente e úmido, então a maioria dos passeios acontece em locais com ar-condicionado ou perto do fim do dia. Muitos preferem ir nos meses mais frescos, quando o clima é mais ameno. Mito 4: lá tudo é proibido Realidade: As regras de fato diferem das habituais, por exemplo nas roupas, no comportamento em locais públicos e no álcool. Mas se você as estudar antes em sites oficiais, a viagem transcorre com tranquilidade. Mito 5: sem carro não dá Realidade: A cidade tem metrô, bonde e táxis, e nas áreas turísticas o transporte público costuma bastar. O carro é necessário principalmente para viagens mais longas. Importante: leis, regras de entrada e preços mudam. Antes da viagem, confira os requisitos atuais em sites oficiais. O que ter em mente Respeite as normas locais de vestimenta e comportamento em locais públicos Planeje os passeios para a manhã ou o fim da tarde Reserve os lugares populares com antecedência Confira as regras para levar medicamentos e objetos antes do voo Resumo Dubai não é só arranha-céus: a cidade tem muitas facetas, e a viagem pode ser adaptada a diferentes orçamentos. O principal é estudar as regras antes e escolher uma época adequada.
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Quando ir à Tailândia: estações e diferença entre os mares
A Tailândia recebe turistas o ano todo, mas o clima depende muito da estação e da região. Vamos ver os três períodos principais e a diferença entre os mares. Estação fresca: aproximadamente de novembro a fevereiro Clima: menos calor e chuva Vantagens: agradável para passear por cidades e templos, bom tempo na maioria dos destinos de praia Desvantagens: maior procura: mais turistas, e os preços de hospedagem e passagens costumam ser mais altos Estação quente: aproximadamente de março a maio Clima: muito quente e abafado, principalmente de dia Vantagens: menos turistas que no inverno, boa para descansar à beira-mar Desvantagens: o calor cansa nas cidades, melhor planejar os passeios para a manhã e o fim da tarde Estação das chuvas: aproximadamente de junho a outubro Clima: pancadas tropicais frequentes, mais na segunda metade do dia Vantagens: paisagens verdes, menos gente, muitas vezes preços mais baixos Desvantagens: em algumas ilhas o mar pode ficar agitado e alguns passeios são cancelados Dois mares, dois calendários No oeste, no mar de Andaman (Phuket, Krabi), o período chuvoso costuma cair aproximadamente entre maio e outubro. No leste, no golfo da Tailândia (Samui), as chuvas costumam vir mais tarde, perto do fim do ano. Assim, no mesmo mês pode estar seco numa costa e chuvoso na outra. Importante: o clima muda de ano para ano, e as condições de entrada e os preços ainda mais. Antes da viagem, veja uma previsão recente e confira as regras atuais em sites oficiais. Como escolher Quer passear por cidades e templos: escolha a estação fresca Precisa de praia e menos gente: a estação quente, considerando o calor Valoriza o verde e o orçamento: a estação das chuvas Vai às ilhas: primeiro veja de qual costa se trata Resumo Não existe mês perfeito para o país todo, apenas uma boa escolha para os objetivos da viagem. Escolha uma região, confira a previsão e a viagem será mais confortável.
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Comida na Itália: 5 pratos que vale a pena provar
A culinária italiana varia muito de região para região, e o mesmo prato pode ser preparado de forma diferente em cada cidade. Aqui estão cinco pratos para começar a conhecê-la. Pizza napolitana Macia, com a borda alta, assada rapidamente em forno a lenha. A arte do pizzaiolo napolitano consta da lista de patrimônio cultural imaterial da UNESCO. Onde encontrar: em Nápoles e em pizzarias que seguem a tradição local Carbonara Uma massa romana clássica com guanciale, queijo pecorino romano, ovos e pimenta-do-reino. A versão tradicional não leva creme de leite. Onde encontrar: em Roma, em pequenas trattorias Risoto à milanesa Um prato cremoso de arroz com açafrão, considerado um cartão de visita de Milão. Onde encontrar: em Milão e outras cidades da Lombardia Arancini Bolinhos de arroz fritos com recheio, por exemplo ragu de carne ou queijo. É uma comida de rua popular na Sicília. Onde encontrar: na Sicília, em cafés e mercados Gelato O sorvete italiano, geralmente de textura mais macia que o habitual. Costuma-se aconselhar escolher lugares com poucos sabores e cores naturais. Onde encontrar: em quase qualquer cidade, em gelaterias especializadas Dica: as regiões da Itália se orgulham da sua culinária, então é melhor provar os pratos locais onde nasceram. Cardápios e horários da cozinha podem variar, confira no local. Pequenas regras à mesa O cappuccino costuma ser tomado de manhã; depois do almoço pede-se mais o espresso Muitos restaurantes incluem couvert ou serviço na conta, confira o recibo As cozinhas costumam fazer uma pausa entre o almoço e o jantar Não hesite em perguntar ao garçom o que vem no prato Resumo A melhor forma de conhecer a Itália é provar o local onde ele é feito. Não persiga uma lista: alguns pratos por dia, comidos sem pressa, ficam melhor na memória.
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Kazbegi em um dia a partir de Tbilisi: o que ver pelo caminho
Kazbegi é uma das rotas de montanha mais conhecidas da Geórgia. Pela Estrada Militar Georgiana, dá para chegar de Tbilisi a Stepantsminda em um dia e ver uma fortaleza medieval, uma passagem de montanha e uma igreja diante de um pico nevado. A estrada é longa, mas quase cada trecho merece uma parada. A estrada a partir de Tbilisi De Tbilisi a Stepantsminda, a principal vila ao pé do Kazbek, são cerca de 150 km. A rota segue a Estrada Militar Georgiana e costuma levar de três a quatro horas por trecho, mais com as paradas. É melhor sair cedo para ver tudo sem pressa. Dá para ir de carro, van ou em um passeio guiado. Ananuri: uma fortaleza à beira da água A primeira parada marcante é o complexo de Ananuri , à beira do reservatório de Zhinvali. É uma fortaleza com igrejas e torres construída no século XVII. Aqui se vê bem como os muros de pedra e a água turquesa combinam com as encostas arborizadas. Dá para subir a uma torre e olhar o reservatório de cima. A passagem de Jvari e Gudauri Mais adiante, a estrada sobe até a passagem de Jvari , com cerca de 2.380 metros, e atravessa a estação de esqui de Gudauri. Há muitos miradores sobre os desfiladeiros e o tempo muda rápido: embaixo pode estar sol e no alto neblina ou neve. Leve um casaco quente mesmo no verão. A Igreja da Trindade de Gergeti O ponto principal da rota é a Igreja da Trindade de Gergeti , construída no século XIV a cerca de 2.170 metros acima de Stepantsminda. Dá para subir a pé por uma trilha, cerca de duas horas em média, ou de veículo off-road. Há código de vestimenta na igreja: ombros e joelhos cobertos, e as mulheres geralmente precisam de um lenço. O monte Kazbek Depois da igreja abre-se a vista do monte Kazbek , com 5.054 metros. O cume costuma estar coberto de nuvens, então é melhor ir pela manhã ou em um dia claro e estar pronto para esperar. Se as nuvens abrirem, a foto da igreja com o pico nevado ao fundo fica especialmente bonita. Dicas práticas Confira antes o clima e o estado da estrada: no inverno, o trecho da passagem pode ser fechado por causa da neve. Leve água, calçado confortável e roupa quente. Pelo caminho vale parar para provar khinkali e outros pratos georgianos em cafés à beira da estrada. Se não quiser fazer tudo em um dia, passe a noite em Stepantsminda. Valeu a pena ir a Kazbegi? Com certeza. Em um dia dá para ver uma fortaleza, uma passagem e uma igreja famosa diante do Cáucaso, e uma noite em Stepantsminda dá mais tempo para as trilhas. A viagem é intensa, mas não exige preparação complicada.
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Machu Picchu: como organizar a viagem e o que ver
Machu Picchu é uma cidade inca construída no século XV numa crista montanhosa dos Andes peruanos. É Patrimônio Mundial da UNESCO e uma das «novas sete maravilhas do mundo». Não dá para simplesmente chegar e visitar: os ingressos são limitados, chegar leva várias etapas e o clima na montanha muda rápido. Mas uma boa preparação deixa a viagem muito mais tranquila. Como chegar A viagem geralmente começa em Cusco. Dali há duas opções: trem até a cidade de Aguas Calientes , ao pé da montanha, ou uma caminhada de vários dias pela Trilha Inca. De Aguas Calientes saem ônibus até a entrada e o trajeto dura cerca de meia hora. As permissões para a Trilha Inca clássica são limitadas e reservadas com antecedência, às vezes com meses. A vista clássica da cidade A foto mais famosa é tirada do mirante superior: embaixo ficam os terraços e as construções de pedra, e atrás se ergue o pico pontiagudo do Huayna Picchu. Venha aqui primeiro, antes que as nuvens cubram as montanhas, e volte mais uma vez depois de percorrer o sítio. A luz muda bastante ao longo do dia. O que ver dentro da cidade Lá dentro estão o Templo do Sol , a Praça Sagrada e a pedra Intihuatana , associada a observações astronômicas. A alvenaria é especialmente impressionante e considerada um dos melhores exemplos da cantaria inca. Os percursos costumam ser de mão única, então não tenha pressa e fotografe logo. As lhamas andam soltas entre as ruínas: não se aproxime nem as alimente. Huayna Picchu: uma subida para os mais resistentes Se quiser ver a cidade de cima, dá para subir o Huayna Picchu . A trilha é íngreme e, em alguns pontos, estreita, e o número de vagas é limitado e reservado à parte, então planeje com antecedência. Não é para quem tem medo de altura, mas a vista das ruínas do topo vale o esforço. Quando ir A estação seca vai aproximadamente de abril a outubro, e é quando o tempo costuma estar limpo. Na estação chuvosa, aproximadamente de novembro a março, há mais nuvens e aguaceiros, e algumas trilhas podem ser fechadas. Mas a neblina sobre as ruínas deixa a vista incomum à sua maneira, então a viagem também pode dar certo nessa época. Dicas práticas É melhor comprar os ingressos de Machu Picchu com antecedência: o número de visitantes por dia é limitado e a entrada é por horário. As regras mudam, então confira as condições atuais no site oficial. Leve passaporte, água, protetor solar, capa de chuva e calçado confortável. Muitos visitantes passam alguns dias em Cusco para se acostumar com a altitude; se passar mal, o melhor é procurar um médico. Valeu a pena ir a Machu Picchu? Com certeza. É um daqueles lugares em que história, montanhas e nuvens formam uma imagem difícil de esquecer. Mas a viagem precisa ser planejada com antecedência: ingressos, transporte e clima decidem muito.
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Petra em um dia: o que ver na cidade rosa
Petra é uma antiga cidade nabateia esculpida diretamente em penhascos rosa-avermelhados no sul da Jordânia. É Patrimônio Mundial da UNESCO e uma das «novas sete maravilhas do mundo». As pessoas vêm pela famosa fachada do Tesouro, mas o mais interessante começa depois: um desfiladeiro estreito, tumbas reais e uma trilha até o Mosteiro. Por onde começar A entrada principal de Petra fica junto à cidade de Wadi Musa. Vale chegar na abertura: de manhã está mais fresco, há menos gente e a luz sobre a rocha é mais suave. Todo o percurso principal é a pé, então reserve a maior parte do dia. O Siq: o desfiladeiro que leva à cidade Da entrada até a cidade segue-se o Siq , um desfiladeiro estreito de cerca de 1,2 km. Em alguns trechos as paredes sobem dezenas de metros e quase se fecham sobre a cabeça. Percorrê-lo devagar, olhando as camadas de pedra em tons diferentes e os restos dos canais que antes levavam água, já é metade da experiência. Al-Khazneh: o famoso Tesouro No fim do Siq surge de repente entre as rochas Al-Khazneh , o «Tesouro»: uma fachada de cerca de 40 metros de altura esculpida diretamente no penhasco. O nome vem de uma lenda sobre um tesouro escondido, mas acredita-se que na verdade era uma tumba real. Não se pode entrar, mas a fachada fica mais bonita de manhã, quando recebe a luz. O Mosteiro Ad Deir: uma subida que vale o esforço Se sobrar tempo e energia, suba até Ad Deir , o Mosteiro. O caminho tem cerca de 800 degraus por uma trilha de pedra e, no calor, não é fácil. Mas a fachada é ainda maior que a do Tesouro e há muito menos gente. No alto há miradores com vista para as montanhas do deserto. Tumbas reais e a rua principal Mais adiante, o vale segue com uma rua de colunas, um teatro romano e encostas onde foram escavadas centenas de tumbas. As Tumbas Reais se veem bem da trilha e ficam especialmente impressionantes com a luz da tarde. Não tenha pressa e espie os ramais laterais: muitas vezes não há ninguém. Dicas práticas Leve bastante água, chapéu e calçado fechado com boa sola: as trilhas são de areia e pedra, e durante o dia pode fazer muito calor. Confira antes os preços atuais do ingresso e as condições do Jordan Pass, se pretende visitar vários lugares na Jordânia. Em algumas noites Petra tem um espetáculo noturno à luz de velas, então confirme o calendário. Valeu a pena ir a Petra? Com certeza. Petra não é uma única imagem famosa, mas uma cidade inteira onde natureza e arquitetura se fundem. Um dia basta para ver o principal, mas se quiser percorrer com mais calma as trilhas distantes, planeje dois.
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O Círculo Dourado da Islândia em um dia: o que ver
O Círculo Dourado é a rota mais popular perto de Reykjavik. Em um único dia dá para ver uma fenda entre placas continentais, gêiseres ativos e uma das cachoeiras mais poderosas do país. As estradas são boas, as paradas ficam próximas e a rota mostra rapidamente como a natureza da Islândia é viva e incomum. O que a rota inclui O Círculo Dourado clássico tem três paradas: o parque nacional de Thingvellir , a área geotérmica de Geysir e a cachoeira de Gullfoss . É fácil combiná-las em um dia, de carro alugado ou em um passeio guiado. Thingvellir: onde os continentes se afastam Thingvellir é Patrimônio Mundial da UNESCO. Fica em um vale de rifte onde as placas tectônicas norte-americana e eurasiática se afastam, o que se vê bem nas longas fissuras e paredes de rocha. Mas o parque não vale só pela geologia: em 930 reuniu-se aqui o Althing , uma das assembleias parlamentares mais antigas do mundo. Vale caminhar pela trilha ao lado da fenda e subir ao mirante para entender a escala do vale. Geysir: água quente a cada poucos minutos A palavra "gêiser" em muitas línguas vem do Geysir islandês. Hoje ele está quase inativo, mas o Strokkur , ao lado, entra em erupção com regularidade, geralmente a cada poucos minutos, lançando uma coluna de água quente bem alto. Escolha seu lugar levando em conta o vento, ou você pode ser molhado. Deixe o celular à mão, porque a erupção é rápida. Gullfoss: a cachoeira dourada Gullfoss cai em dois degraus em um cânion estreito do rio Hvítá, e por isso parece que a água desaparece em uma fenda. O nome significa "cachoeira dourada". Há trilhas e miradores por perto, e do mais baixo é possível chegar bem perto da água. A névoa molha a roupa rapidamente, então uma jaqueta com capuz será útil. Clima e roupas O tempo na Islândia muda rápido: sol, vento e chuva podem se alternar em uma hora. Leve uma jaqueta impermeável, uma camada quente e calçado com sola antiderrapante. Se for dirigir, confira a previsão do tempo e as condições das estradas antes de sair, principalmente no inverno. O que incluir pelo caminho Se sobrar tempo, dá para parar na cratera de Kerid , com um lago dentro, ou em estufas onde se cultivam vegetais com calor geotérmico. São boas paradas para descansar entre os pontos principais. Valeu a pena ir? Com certeza. Em um dia, o Círculo Dourado mostra três faces da Islândia: história, geologia e água. Para uma primeira apresentação do país, é uma das rotas mais convenientes, e se sobrar energia, no dia seguinte dá para ir à costa sul.
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Capadócia em dois dias: o que vale a pena ver
A Capadócia costuma ser imaginada numa só imagem: o nascer do sol e dezenas de balões sobre um vale. Mas quem vem só por isso pode perder metade da região. Em dois dias dá para ver coisas bem diferentes: igrejas escavadas na rocha, uma cidade subterrânea, vales com pilares de pedra e aldeias onde as casas são esculpidas direto no tufo. Por que tudo parece tão incomum aqui A paisagem foi moldada por vulcões e pelo tempo. Há muitos milhares de anos, a região foi coberta por uma camada de tufo vulcânico, uma rocha macia que o vento e a água foram desgastando. As partes mais duras resistiram e se transformaram nas famosas chaminés de fadas , pilares de pedra pontiagudos. Às pessoas restava adaptar a pedra macia para morar: nela escavaram casas, depósitos e igrejas. O museu a céu aberto de Göreme É o melhor lugar para começar. O complexo monástico de Göreme é Patrimônio Mundial da UNESCO, junto com o parque nacional ao redor. Nas igrejas rupestres ainda existem afrescos, e os espaços são pequenos, por isso vale ir de manhã, antes da chegada dos grandes grupos. Em algumas igrejas a fotografia é restrita ou proibida, então confira as placas na entrada. Derinkuyu: uma cidade debaixo da terra A parada mais incomum do roteiro. Derinkuyu desce várias dezenas de metros sob a terra, e só parte dos níveis está aberta aos visitantes. Mesmo assim, basta para entender a escala: passagens estreitas, poços de ventilação, quartos, cozinhas e estábulos. A passagem podia ser fechada por dentro com uma porta redonda de pedra. Em alguns trechos é preciso andar curvado, então, se você não gosta de espaços apertados, pense nisso antes. Pôr do sol nos vales À tarde, vale ir ao Vale Rosa e ao Vale do Amor : o primeiro ganhou esse nome pela cor da rocha ao pôr do sol, o segundo pela forma dos pilares de pedra. As trilhas são fáceis, mas é preciso calçado adequado, porque os caminhos são empoeirados e, em alguns pontos, escorregadios. Balão de ar quente: vale a pena? Os voos acontecem ao amanhecer e dependem do vento: se as condições forem ruins, são cancelados. Por isso, não deixe o balão para a última manhã; reserve um dia extra. Mesmo que você não pretenda voar, ver o céu cheio de balões do terraço de um hotel ou de um mirante já é lindo. O que experimentar Peça um testi kebab : carne com legumes assada num pote de barro, que é quebrado na mesa na hora de servir. Também dá para passar por Avanos, a cidade dos oleiros, e ver como a louça é feita com a argila vermelha local. Valeu a pena ir à Capadócia? Com certeza. A Capadócia não é sobre uma única foto bonita, mas sobre variedade: pedra, história e as estradas entre elas. Dois dias bastam para conhecer, mas a viagem pode facilmente ser esticada para três, se você não quiser correr de um ponto a outro.
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Capadócia em dois dias: o que vale a pena ver
Capadócia é geralmente representado por uma imagem: o amanhecer e dezenas de balões sobre o Vale. Mas se você vier apenas por ela, você pode perder metade da região. Em dois dias, você pode ver muito diferente aqui: igrejas de rocha, uma cidade subterrânea, vales com pilares de pedra e aldeias onde as casas são esculpidas diretamente em tufa. Goreme Por que tudo parece tão incomum aqui? A paisagem foi criada por vulcões e pelo tempo. Muitos milhares de anos atrás, o terreno foi coberto por uma camada de tufo vulcânico, uma rocha macia que foi então destruída pelo vento e pela água. Áreas sólidas resistiram e se transformaram nos famosos "tubos de fadas", pilares de pedra pontiagudos. As pessoas tiveram que adaptar uma pedra macia para a habitação: casas, armazéns e igrejas foram derrubadas nela. Museu a céu aberto em Goreme É melhor começar por ele. O complexo do mosteiro em Goreme está incluído na lista da UNESCO, juntamente com o parque nacional ao redor. Nas igrejas rochosas, os afrescos são preservados e as instalações são pequenas, então vale a pena ir de manhã, enquanto não há grandes grupos. Em algumas igrejas, não é permitido filmar, por isso, olha para as placas na entrada. Igrejas da caverna de Goreme Derinkuyu: uma cidade sob a terra O ponto mais incomum do programa. Derinkuyu vai para o subsolo por várias dezenas de metros, e os visitantes estão abertos apenas uma parte dos níveis. Mas também é suficiente para entender a escala: passagens estreitas, poços de ventilação, salas de estar, cozinhas, estábulos. A passagem poderia ser fechada por dentro com uma porta de pedra redonda. Em alguns lugares você tem que ir para baixo, por isso, se você não gosta de espaços apertados, pense com antecedência. Cidade subterrânea de Derinkuyu Pôr do sol nos vales À noite, é bom ir ao vale rosa e ao Vale do amor: o primeiro recebeu o nome pela cor da Rocha ao pôr do sol, o segundo pela forma dos pilares de pedra. As trilhas são simples, mas os sapatos precisam ser normais, porque os caminhos são empoeirados e às vezes escorregadios. Balão: vale a pena Os voos são realizados ao amanhecer e dependem do vento: se as condições forem ruins, o voo é cancelado. Portanto, não coloque a bola na última manhã, deixe um dia de reserva. Mesmo se você não planeja voar, olhar para o céu cheio de bolas do telhado do hotel ou do deck de observação é muito bonito. O que tentar Certifique-se de pedir os testes de kebab: carne com legumes é assada em uma panela de barro e servida quebrando a panela diretamente na mesa. Ao mesmo tempo, você pode parar em Avanos, a cidade dos ceramistas, e ver como os pratos são feitos de argila vermelha local. Total Capadócia não era sobre um quadro bonito, mas sobre a diversidade: a pedra, a história e as estradas entre eles. Dois dias é suficiente para conhecer, mas a viagem é fácil de esticar em três, se você não quiser correr pela lista de pontos.
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Ainda sem rotas
Instituto de Oceanografia em Nha Trang
É um instituto muito interessante, aconselho todos a visitar, ossos, esqueletos. Estava louco.
Ainda nada salvo
Ainda sem viagens
Nenhuma história agendada

